O que fazer com a frota ociosa de caminhões?

2020-07-15T19:25:46-03:0015/07/2020|Categorias: Logística e Transportes|

A visão do pátio cheio de caminhões orgulha o empresário. Mas se alguns deles raramente se movem dali, alguma coisa está errada, e a imagem dos sonhos pode se transformar num grande pesadelo, o da frota ociosa. Quer saber mais? Acompanhe o artigo.

Quem lida com transporte de cargas enfrenta batalhas diárias para reduzir custos logísticos e manter a empresa competitiva frente a inúmeros problemas como as péssimas condições das estradas, os valores de impostos, multas e pedágios, os preços do combustível e do frete, além da manutenção dos veículos e dos encargos com a contratação de motoristas. Mas o que talvez represente a causa do maior prejuízo e que muitas vezes passa despercebido é o da frota ociosa.

A ideia do caminhão parado no pátio ajuda a entender o conceito de frota ociosa. Mas, junto com ela há também a presença da inatividade, ou seja, veículos que não produzem para o negócio ou aqueles que geram custos desnecessários, com rotas mal calculadas e cargas mal distribuídas no caminhão. Um veículo improdutivo também faz parte do prejuízo e isso não é bom para uma transportadora.

Uma lupa na operação logística

Um bom acompanhamento ajuda a identificar a origem do problema.  Para isso, informação é essencial, principalmente para conhecer os custos que envolvem cada veículo e cada operação que ele realiza para a empresa, inclusive em períodos sazonais. 

A ideia é manter um registro de informações com o índice de produtividade da jornada de trabalho do motorista, os tipos de carga com menor demanda do mercado e, ao lidar com esses dados, logo surgirá a resposta para a pergunta se existe frota ociosa ou não. Na maioria dos casos existe e o motivo aponta para a má gestão.

Investir para crescer

Investir em tecnologia é importante, tanto para a gestão de frota quanto para a roteirização e planejamento de entregas.  O mapeamento de regiões perigosas e de tráfego intenso é essencial, assim como o valor médio de cada demanda, para saber se existem mais veículos em circulação do que o necessário.

A manutenção preventiva evita que os veículos fiquem fora de circulação por problemas mecânicos mais graves. Além disso, verificar se os serviços da empresa estão indo ao encontro do que procura o cliente e acompanhar as mudanças do mercado também contribui para o desenvolvimento do negócio. Investir na capacitação dos motoristas é uma ação estratégica, pois impacta diretamente nos resultados da frota e na conservação dos veículos.

Manter a frota própria vale uma análise

Além de desviar a atenção da função primeira da empresa, a gestão da frota precisa estar bem afinada e acompanhada de tecnologia compatível. O investimento é constante. Até o caminhão que volta vazio de uma entrega e gera apenas gastos entra na lista da frota ociosa, improdutiva. Negociar serviços com clientes dos estados por onde passam deve ser tarefa da empresa se não quiser amargar prejuízo. 

Outra saída pode ser a contratação de caminhoneiros autônomos, ideia que pode representar grande vantagem para a empresa e não cria o vínculo empregatício, conforme Art 3° da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Além disso, quem trabalha com esses profissionais não terá gastos com a manutenção e o combustível, pois são de responsabilidade do autônomo. A empresa paga apenas o frete e os impostos.

As duas questões podem ser resolvidas com plataformas como a FreteBras, que divulga fretes online e conecta motoristas autônomos e transportadoras que tenham interesse na entrega de cargas pelo País, para que combinem o frete sem intermediários. Através dessa ferramenta de comunicação interativa, caminhoneiro autônomo, transportadoras e embarcadores economizam tempo e dinheiro com o uso da tecnologia como aliada. 

Com a FreteBras é possível otimizar a frota ociosa usando a plataforma para a publicação de cargas, caso tenha certo número de caminhões e ainda necessite de autônomos. Caso esteja sem cargas, pode colocar a frota à disposição e ainda lucrar com isso. 

Mesmo com todos os cuidados para melhorar a gestão, a depreciação dos veículos é uma realidade que cedo ou tarde vai bater à porta da empresa pedindo altos investimentos. Terceirizar a frota tem sido a solução para algumas empresas, especialmente em momentos de baixa demanda e incertezas no mercado. Ao fecharem parceria com uma transportadora, após análise criteriosa, a empresa passa a não ser mais responsável pelas despesas com os veículos e motoristas, nem pela frota ociosa.

Ela pode optar por terceirizar em um momento específico de aumento de demanda, por exemplo. Além de ser mais econômico do que manter veículos próprios, a terceirização permite que a contratante se concentre completamente em suas atividades principais, melhorando sua produtividade. Uma boa empresa terceirizada oferece serviços flexíveis, atendendo qualquer variação na demanda de veículos, o que reduz a ociosidade e fornece modelos novos, mais tecnológicos e seguros. Para conhecer todas as funcionalidades da FreteBras, clique e baixe um material exclusivo.

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