Você sabia que os custos logísticos representaram 15,5% do PIB* em 2025? E o transporte foi responsável por 8,5%. Para quem é gestor de transportes, essa porcentagem é um reflexo do prejuízo com caminhão parado, frete pago acima da média de mercado, auto de infração, carga sinistrada etc.
E boa parte dessa ineficiência ainda nasce no mesmo lugar: uma planilha, um caderno de contatos e um grupo de WhatsApp. Mas como a contratação de frete online pode mudar essa situação? É o que vamos te contar aqui. Boa leitura!
Bom, sabemos que o modelo tradicional funciona… até parar de funcionar. E ele costuma parar exatamente nos momentos de maior pressão: pico de safra, Black Friday, fechamento de mês.
Não queremos dizer que esse método não tem valor. Mas existem cinco custos invisíveis do modelo analógico. Veja abaixo.
Além de tudo isso, você tem um processo em que o custo do frete é apenas a parte visível da conta.
Para evitar todos os problemas que acabamos de falar, que tal trocar um processo baseado em relacionamento individual por um processo baseado em liquidez de mercado e dado?
Em uma plataforma de fretes, a carga publicada não é oferecida a uma agenda de contatos. Pelo contrário, ela é exposta simultaneamente a uma base nacional de transportadores que já está em movimento pelo país.
Assim, o ganho operacional aparece em três frentes:
Ou seja, cada hora a menos de veículo aguardando carregamento significa economia para todos: tanto do lado do embarcador (armazenagem, ocupação de doca, atraso na entrega) como do lado do transportador (estadia, ociosidade de ativo).
Aqui vale ser preciso, porque o mecanismo é econômico e não mágico: preço de frete responde à relação entre oferta e demanda em uma rota específica. O que isso quer dizer?
Quando a sua carga é vista por uma base ampla de transportadores autônomos em vez de alguns parceiros habituais, você deixa de negociar em um mercado limitado. O efeito prático é maior poder de comparação e menos exposição a preços de escassez em rotas críticas.
E para melhorar esse cenário, plataformas como a Fretebras oferecem histórico de preços praticados por rota. Desse modo, o comprador passa a negociar de acordo com uma referência confiável.
Lembrete: a redução de custo de frete não significa contratar abaixo do piso mínimo. Desde 2026, essa prática passou a ser operacionalmente inviável. É o que veremos a seguir.
Agora, se a sua empresa contrata transportador autônomo, o ambiente regulatório em que você opera hoje é bem diferente do de 2024.
Em primeiro lugar, a Resolução ANTT n.º 6.078/2026 alterou a Resolução 5.862/2019 para determinar o registro, via CIOT, de toda operação de transporte rodoviário de cargas.
A responsabilidade pela emissão recai sobre o contratante ou subcontratante do TAC ou TAC-equiparado e, quando não há contratação de autônomo, sobre a ETC que efetivamente executa o transporte.
Importante: o cadastramento da operação e a geração do CIOT são gratuitos. Isso está expresso na norma. Qualquer cobrança pela emissão do código não tem respaldo regulatório.
Em segundo lugar, a Resolução ANTT n.º 6.077/2026, que regulamenta a MP n.º 1.343/2026, instituiu regime progressivo de penalidades para contratantes, incluindo multa majorada em caso de reincidência e medidas cautelares de suspensão do RNTRC, com possibilidade de cancelamento do registro em caso de reiteração.
Além disso, o controle deixou de depender de blitz. A validação ocorre no momento da geração do CIOT. Com isso, se ele não estiver válido, a operação não se formaliza documentalmente.
Por fim, a ANTT publicou em 17/07/2026 a Resolução n.º 6.084/2026, atualizando os coeficientes dos pisos mínimos nas quatro tabelas previstas na regulamentação.
Na prática, a contratação de frete virou um processo com requisito documental obrigatório em cada operação. Fazer isso em escala, manualmente, por WhatsApp, é bastante arriscado para o seu negócio.
“Como eu sei com quem estou falando?” Essa é a resposta mais comum de quem ainda não digitalizou o processo de contratação. É verdade que nenhuma tecnologia elimina o risco.
No entanto, ela encarece e dificulta a fraude a ponto de torná-la impraticável na maior parte dos casos. Segundo artigo do Monitor Mercantil, o Brasil registrou 8.570 ocorrências de roubo de carga em 2025. É uma queda de 16,7% em comparação com 2024. Ainda assim, a mesma matéria fala que o prejuízo estimado é de R$ 900 milhões.
O que fazer? Contar com uma plataforma confiável que te proteja na contratação de frete online faz toda a diferença. Veja o que ela deve oferecer:
Viu só? Com todos esses cuidados, o risco se torna gerenciado, documentado e auditável, algo que o processo manual não entrega.
A proposta da Fretebras é transformar a busca por capacidade de transporte, que hoje depende de relacionamento individual, em um processo com escala, verificação e rastro.
Na prática, sua operação vai contar com:
Pronto para transformar a eficiência do seu setor de transportes? Venha para a Fretebras e conecte sua empresa a mais de 900 mil caminhoneiros de forma rápida e segura!
* Matéria publicada pela Associação Brasileira de Operadores Logísticos (ABOL) sobre o estudo anual feito pelo Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS).
Sou formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Ribeirão Preto e especializado em Conteúdo e Estratégia Digital pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
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