Movimentação de cargas no Porto de Vitória deve dobrar com desestatização

2021-02-03T09:49:07-03:0028/01/2021|Categorias: Notícias e destaques|

Estudo prevê crescimento no fluxo de cargas de 98% até 2056

 

A consulta pública para a concessão dos portos de Vitória e Barra do Riacho (Aracruz), no Espírito Santo, foi aberta pelo governo federal no dia 28 de dezembro. Além de vender a Companhia de Docas do Espírito Santo (Codesa), a União pretende também conceder a operação dos portos. 

Em 2019, o Porto de Vitória movimentou um total de 6,9 milhões de toneladas, entre importações e exportações de mercadorias. Um estudo divulgado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviário (Antaq) aponta que a concessão do porto deve dobrar a movimentação de cargas ao longo de 35 anos de contrato.

A projeção da Antaq é a de que esse fluxo cresça até alcançar 13,8 milhões de toneladas de cargas em 2056, último ano de contrato. Isso corresponde a um aumento de 98% no período de concessão, segundo informações do Jornal Portuário

Atualmente, o Porto de Vitória possui 14 berços de atracação e opera mais de 30 tipos de cargas, como fertilizantes, ferro gusa, combustíveis, malte e trigo, automóveis, rochas ornamentais, entre outros. Em 2019, o porto movimentou mais de 6,9 milhões de toneladas em cargas.O estudo mostra ainda que, em 2020, a participação de granéis sólidos minerais na projeção de demanda será de 42%. Até 2060, ela reduzirá, gradualmente, para 38%. Já as cargas transportadas em contêineres aumentarão sua participação de 33% para 36% e os demais tipos de carga não deverão apresentar mudanças significativas em suas participações relativas.

Compartilhe: